quinta-feira, 5 de março de 2015

O Hobbit: A batalha dos cinco exércitos

       
Bilbo ficou decepcionado também kk
 Meia boca. é a palavra que eu tenho para descrever esse filme.
era algo a se esperar, afinal de contas, quando foi divulgado que a história de Bilbo Bolseiro seria contada em dois filmes, a estranheza foi grande, afinal por quê dois filmes em uma história como O Hobbit? que tecnicamente é bem mais simples do que O Senhor dos anéis. depois que disseram que haveria mais um filme, a previsão era uma só: esticar o elástico.
         A batalha dos cinco exércitos acontece imediatamente após o segundo, A desolação de Smaug acabar, o dragão vai em direção a Cidade do Lago, destruí-la em chamas, enquanto os anões tem de volta sua terra de direito, Erebor. Entretanto, Thorim agora está com a doença do dragão, obcecado por seu tesouro recém adquirido, e pela Pedra Arken, a gema branca. 
          Depois do ataque de Smaug, a cidade do lago ficou completamente destruída, e os homens e mulheres agora liderados por Bard, procuram reivindicar o acordo feito com os anões de receber parte do tesouro, para reconstruir o que agora foi perdido, por outro lado, os elfos da floresta, liderados por Thranduim, reivindicam as pedras preciosas de seu povo que foram parar em Erebor. com Thorim fora de si e decidido a não dar um centavo sequer para alguém, declara guerra com os homens e os elfos, pra terminar, um exército de Orcs, a mando do Necromante e liderados por Azog. ou seja, uma baita bagunça, não? mas até aí tudo certo, afinal está no cânone.
         O problema como sempre foi, nessa trilogia, é a adição incrível de coisa nenhuma! o filme passa muito tempo contando coisas inúteis e desnecessárias, como o que o Legolas foi fazer, o empregadinho do dono da cidade do lago ( ou do ex dono...), a batalha (?) de Gandalf/Galadriel/Elrond contra o Necromante, (que não precisa mais esconder que é o Sauron mesmo). uma sena que não existe, necessariamente, mas foi a única que valeu a linguiça enchida. 
ops, acho que esqueci de falar do Bilbo, afinal ele é o Hobbit né? infelizmente foi isso mesmo que aconteceu. o personagem foi completamente esquecido e abandonado em seu próprio filme!, deixado apanas para dar um ou outro conselho, falar uma coisa bonita e tals... Mesmo tratamento que recebeu Smaug, onde eu esperava uma grande participação, afinal foi o que salvou no segundo filme, aqui ele morre em cinco minutos, o roteiro apressa tudo, e o pior, apressa demais para mostrar o desnecessário, o que não existe no livro!
         No final das contas a tão falada batalha dos cinco exércitos foi tão monótona quanto o resto do filme, longe da empolgação que poderia trazer. começa e acaba, nem mesmo as mortes de alguns personagens nos toca, devido a pressa excessiva de contar a história.
Uma das poucas coisas que sobram de interessante é quando Bilbo volta  para o condado, e retornar a uma vida pacífica, e guardar na mente as aventuras vividas, e os amigos perdidos, e o epílogo no final, com ele mais velho, onde a sena, imediatamente se torna o prólogo de A sociedade do Anel, foi de arrepiar...
         A batalha dos Cinco Exércitos, foi um filme "ééééhh... então tá" deu aquela sensação de "foi só isso?" fica longe da grandiosidade de SDA, não pelo conteúdo, afinal é uma história bem menos complexa, mas pelo tratamento que foi recebido. no começo foi se autovalorizando demais, com seus três filmes, mas não manteve  até o fim.
         E como diria a frase de Bilbo sobre sua velhice" me sinto como uma mantega espalhada pelo pão" A saga do Hobbit, de tanto ser esticada no pão como uma manteiga, acabou perdendo sua consistência.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Mary e Max

       
 Mary e Max traz umas emoções engraçadas.
quando o file começa, você se sente leve e esperançoso, a sena introdutória, que é meiio longa, te deixa ansioso pelo que vai vir. mas ai você conhece os personagens e se sente meio triste por eles, porque acho, que há muita identificação em mim mesmo.
       

 Mary Dasy Dinkle é uma garotinha muito fofa, mas sozinha. não tem irmãos, sua mãe bebe o tempo todo e está sempre desmaiando ou roubando alguma coisa no supermercado e pondo dentro das roupas; o pai empalha animais que encontra na estrada e quase, ou nunca, dá atenção pra família, sobra a Mary a companhia de seu Galo de estimação, (que sobreviveu do abatedouro ao cair de um caminhão). como companhia ela tem apenas os Doodles ( acho que se escreve assim, não sei), seus bonequinhos de seu desenho preferido.
                                   
Max Jerry Horowitz é um senhor de 44 anos de idade, mora sozinho e tem síndrome de asperger, se sente nervoso e ansioso com situações novas, e não entende o comportamento das pessoas, tem um peixe dorado, ou vários, já que toda semana ele acaba morrendo e sendo substituído por outro, sua companhia sãos seus animais de estimação, e uma velhinha que vem visitá-lo as vezes, e mesmo com os conselhos de seu terapeuta ( que não serve pra nada) ele ainda não entende várias coisas.
         O filme gera sensações diferentes, porque os personagens são cativantes, eu me apaixonei pela personagem Mary de tão fofa que ela é, é engraçadíssimo quando ela confunde os termos e acha que o medo de gente é "homofobia". fiquei rindo toda vez que lembrava disso. Na história ambos acabam se conhecendo e ficando amigos a distância, por meio de cartas ( Max é de Nova Iorque; Mary, da Austrália ). mesmo coma grande diferença de idade, ambos partilham das mesmas dores e dúvidas, e questões pertinentes sobre a sociedade, religião, sexo, relacionamentos em geral e amor.
Mary e Max é um lindo filme, triste em seu conteúdo, mas singelo também. a muito tempo queria ter alugado ele para ver, e finalmente pude aproveita-lo.
         Em tempos como hoje, onde as pessoas mesmo rodeada por pessoas, ainda são solitárias, encontramos em amigos de longe em redes sociais, pessoas que possam nos entender, mais do que aquelas que estão do nosso lado, é um paralelo interessante com a animação. A solidão e a necessidade de compreensão e amizade não muda, na década de 70, ou mesmo hoje, em pleno 2014.
Filmes em stop motion tem a qualidade de captar as sutilezas do ser humano, Mary e Max capta as nossas próprias, no momento em que vemos.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

This is Halloween! - cinco filmes legais para se ver nessa data

Halloween é hoje, o "Dia das Bruxas". data de origem celta que hoje em dia é vista como um evento cultural em países de língua inglesa. Para não dar uma de wikipédia, no post de hoje vai aqui umas dicas de filmes legais para se ver na data. Alguns leves, outros nem tanto!


Romance:


  •  Edward Mãos de Tesoura: Filme legal, com tom sombrio, porém bonito e romântico. Edward é um experimento de um inventor que o criou, mas infelizmente morrera antes de termina-lo definitivamente e colocar nele mãos, deixando ele eternamente com mãos provisórias de tesouras. uma simpática vendedora o acha e o leva para morar em sua casa, ele acaba se apaixonando e virando uma figura estranha e incomum na vizinhança.












Desenho:


  • O Estranho Mundo de Jack: mais halloween, impossível. Jack é um ser meio (meio?) esquelético, que vive em uma cidade/ dimensão, cheia de criaturas sobrenaturais que sempre comemoram o Halloween, mas jack se cansa dessa monotonia e num passeio pela floresta encontra vários portais, um deles, a cidade do natal. Fascinado pelo que vê ele toma o objetivo de repassar o espírito natalino que contemplara aos demais cidadãos da cidade. ( vale tanto como filme de Dia das Bruxas quanto de natal. 2 por 1! kk) 











 Terror: 


  • A hora do Pesadelo: Um homem deformado ataca adolescentes em seus pesadelos, entretanto a morte pode se tornar real se você dormir por tempo o suficiente, Freddy Krueger tem o poder de invadir o sonho das pessoas e matá-las em busca de vingança pelo que fizeram com ele no passado, ao queimarem-no por molestar crianças ( merecido) 









  •  Sexta Feira 13:  Depois de muito tempo fechado, alguns monitores vêm passar uns dias no local que por muitos ficou conhecido como o "Acampamento Sangrento". Ignorando os avisos, eles preferem se divertir e passar o final de semana cantando e fazendo amor. Mas não esperavam que alguém fosse brincar de "Mate o Monitor". Assim, um por um eles vão morrendo sem que os outros descubram. 










Ação:


  • O Corvo: As vezes os corvos trazem os mortos de volta a vida para consertarem o que não foi resolvido em vida. Eric Draven, perde a namorada que é violentada e morta, logo em seguida ele também é morto, jogado pela janela. trazido de volta a vida por um corvo sobrenatural, ele jura vinçança para aqueles que tiraram seu amor de seus braços. um filme ótimo, com tom gótico e trilha excelente!



Aproveitem e feliz Halloween pra vocês! 3:-)

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O monge em chamas


                                  


A imagem do monge em chamas registrada por Browne gerou repercussão em todo o mundo (Foto: Malcolm Browne/AP/Arquivo))
       

A guerra do Vietnã (1959-1975) foi um conflito bélico bastante complicado envolvendo alguns países. o 
esta fotografia foi tirada em 8 de junho de 1963. Um jornalista, Malcolm W. Browne ouviu boatos de que um monge planejava atear fogo a si mesmo em praça pública como forma de protesto. 
       O fato era que os monges budistas, tanto quanto qualquer outros estavam sofrendo um regime opressor e ditatorial do então presidente na época Ngo Dihn Diem, um mandado cercado de corrupção autoritarismo e proibições. O presidente sendo católico restringia ferozmente a liberdade de expressão e religiosidade, criando um conflito principalmente com os monges budistas do país. Várias tentativas de acordos com o presidente foram ignoradas e punidas.
Em 1963 Malcolm fotografou o monge Thích Quảng Ðức em chamas, rendendo a ele posteriormente um prêmio por captar um momento tão dramático e marcante na história da humanidade. Thích se tornou um símbolo de liberdade.

      Curiosidades


  • Após a morte do monge, a única parte de seu corpo que permaneceu intacta foi o seu coração. Tornando o perante seus semelhantes, um Bodisatva. Um iluminado.
  • A auto-imolação é a prática de atear fogo a sí próprio, geralmente em forma de protesto ou martírio.No hinduísmo e xintoísmo, a autoimolação de maneira ritual é tolerada, como forma de devoção, protesto ou renúncia. Na Índia ocorria a prática do chamado sati ou sattee, onde viúvas de certas atiravam-se à fogueira da pira crematória do finado esposo. O governo indiano baniu o ritual em 1829, mas algumas mulheres da zona rural ainda o praticam.
  • Mesmo em chamas, o monge permaneceu sereno, não gritou ou fez qualquer ruido. meditando até o fim.
  • O prêmio Pulitzer  é um prêmio americano  dado a quem realiza contribuições significativas para o jornalismo, literatura ou música, do qual Malcolm ganhou em 1963
  • A mesma foto pode ser encontrada na capa do primeiro CD da banda Rage Againist The Machine
  • É possivel ver o ocorrido nos créditos iniciais do filme Watchmen, onde aparece uma TV  ao fundo de uma cena. não tenho certeza se era o ocorrido real, ou uma reprodução feita para o filme ( ele se passa na década de 80, mas começa em 1950 e passa por 1960 também.  


          Ao ver uma foto como essa imagino a capacidade que alguém tem para lutar por um ideal, mesmo que tenha que sacrificar a própria vida. Penso também na sociedade de hoje em dia, os jovens e adultos apáticos e sem força de vontade para mudar o mundo. É algo a se pensar...




domingo, 17 de agosto de 2014

Guardiões da Galáxia

Hilário é a palavra certa para esse filme. Não vou dizer que ele foi uma surpresa, porque na Marvel eu confio, e baseado no que ela vem fazendo com suas produções cinematográficas ultimamente ela vem agradando muita gente.
       O maior lance dos Guardiões da Galáxia era que o público grande, ou seja, os leigos que não entendem de HQs, não conheciam o grupo, que não é novo, ele existe dez de os anos 60, mas que nem sempre foi muito visado, sendo um esquadrão B, por assim dizer. mas quando os filmes da Marvel chegaram a um ponto onde Thanos aparece ( Os Vingadores), era necessário uma ponte narrativa que interligasse o vilão cósmico aos heróis da terra. e Peter Quill serviu muito bem a esse proposito.
       A história basicamente é  seguinte, Peter era um garoto humano normal, que infelizmente perdeu sua mãe ainda criança, e ao fugir do hospital, triste e coisa e tal, é abduzido por uma nave. o filme corta e ele já é adulto, um mercenário, um ladrão que rouba artefatos valiosos sob a alcunha de Star Lord. Entretanto um artefato que ele roubou é procurado por Ronan O acusador, por ser uma das jóias do Infinito ( seis jóias existem, juntas você pode se tornar um deus e controlar o tempo, espaço e realidade ao bel prazer).    
   A partir daí o vilão Ronam manda Gamora, sua subordinada para pegar o artefato, a moça, conhecida como " A mulher mais mortal da Galáxia; outros dois personagens entram em ação, Rocket Racoon ( voz de Bradley Cooper) e Groot ( voz de Vin Diesel), e depois Drax. Cada personagem tem algo de muito legal que te faz gostar dele imediatamente. enquanto Rocket parece um bichinho fofinho, na verdade tem um comportamento totalmente desaforado; Groot, que só diz " I am Groot" é o mascote por assim dizer, Drax peca por nunca entender metáforas e as vezes fala coisas e entende ao pé da letra, que fica muito engraçado. 
      Aliás, tudo neste filme é engraçado, a cada cinco minutos você ri de alguma coisa que eles falaram ou um plano mirabolante; um tom refrescante para uma suposta seriedade de filmes anteriores da Marvel, porque aqui tudo é mais mente aberta, você aprecia tudo de forma melhor. Mas não significa que a comédia seja uma muleta, ela é consequência da história, que é muito bem amarrada, SPOILER ( quando o Thanos aparece em sua poltrona... eu simplesmente pirei)
Vale muito apena ver esse filme, não se preocupe se você nunca ouviu falar em Guardiôes da galáxia, seu dinheiro vai ser muito bem gasto no ingresso, além é claro, da trama ser de vital importancia para o andamento da fase 2 da Marvel nos cinemas e ao possível clímax da fase 3 com a batalha contra Thanos.

PS: a trilha sonora é sensacional, coisa de anos 70 e 80, perfeitamente caindo nos momentos certos, eu fui correndo atrás de cada música.
Thanos aprove this movie 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

A Janela Secreta

 Com uma música incrível de tensão e um plano de câmera ininterrupto abrem esse filme, que por acaso gostei bastante. 
       Para quem não sabe, e nem eu mesmo sabia, grande internet, obrigado!, Janela Secreta é baseada num conto do escritor mais que famoso Stephen King, chamado " Janela secreta, jardim Secreto", um dos contos de um conjunto desses chamado "Meia Noite e Dois".
       A história segue com Morty Rainer, um escritor ( interpretado por Johnny Depp, que após descobrir sua esposa com outro num motel qualquer, se divorcia dela e vai morar numa casa do lago, por lá ele tenta escrever alguma coisa, enquanto as lembranças desagradáveis ainda o incomodam, mesmo seis meses depois. em um dia desses um homem estranho de chapéu e sotaque caipira chamado John Shooter bate a sua porta, acusando-o de plágio por roubar uma história, que aparentemente ele havia escrito. 
       Morty, é claro não gosta nada disso, mas o homem não desiste, e o persegue a todo momento, num clima de tensão e medo, sob um homem desconhecido e aparentemente hostil a espreita o tempo todo. dizer mais do que isso pode estragar os detalhes do filme, que vale a pena ser visto, para quem gosta de histórias com personagens escritores (como eu); para quem gosta de um bom suspense psicológico (como eu) e para quem é fã de Stephen King (também como eu). um final inesperado e uma atuação diferente do Depp que a maioria ouviu falar em seus trabalhos de Tim Burton, além é claro de (John Turturro). 

PS: o final, pode não ser inovador, mas te pega pelo laço e te deixa atônito com as revelações finais.

PS: a trilha de abertura traduz em música a escrita de King. acho que é a música mais parecida com o estilo de um autor, se é que isso existe.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Inferno - Dan Brown

       Eis um livro que eu quis terminar o mais cedo possível. para alguém que não sacou os tramites de Da Brown em sua narrativa, pode ler esse livro tranquilamente e  até gostar dele. mas para quem já percebeu, como eu, que lendo um ou dois livros dele, você já sabe como vai funcionar a história, esse vai ser um horror. e para mim foi quase isso.
       Não me levem a mal, quem goste do autor, mas o fato é que, você precisa concordar que ele não é nada criativo. ele criou uma maneira de contar histórias e vai ficar nisso para sempre.
       Na história, o personagem Robert Langdon ( que eu sempre imagino como o Tom Hanks, por causa dos filmes) acorda em um "hospital" com um ferimento de bala na cabeça e completamente desmemoriado. O problema é que estão caçando ele como se ele fosse um criminoso por ter feito algo, que ele sequer se lembra.            Logo um monte de coisas vão aparecendo, ele conhece uma doutora loura que se envolve na loucura toda e acaba se juntando a ele para ao mesmo tempo que fugir de quem queira matá-lo, também descobrir o porque do motivo de quererem-no  morto, e porque ele foi parar na Itália, quando dois dias atrás ele estava nos Estados Unidos. o problema fica pior ainda quando mais tarde ele descobre que possui pistas para deter um plano que aparentemente irá como uma praga, dizimar grande parte da população, planejado por um alguém inspirado na Divina Comédia.
       O tempo todo do livro as referencias a divina comédia existem a solta, as frases, a história do escritor, trechos e etc... o que te leva a uma descoberta interessante sobre a história, principalmente para quem não conhece de perto o poema épico ( tipo eu que ainda não li).
mas ai que a coisa exagera ao nível irritante. Dan faz duas coisas que me deixam fulo da vida

1: correr numa cidade sem parar atras de pistas para resolver o quebra cabeças antes que o tempo acabe

2: descrições dos prédios, lugares e obras, como se fosse um guia turístico

       Essas duas coisas me irritaram muito e me deixaram varias veses com vontade de simplesmente parar de ler de tão entediante, não pelo fato histórico artístico, mas porque a narrativa ficava sendo interrompida o tempo todo em passagens longas de explicações...
       Quando eu li inferno eu já havia lido Ponto de Impacto ( que eu mesmo comprei ao invés deste, que ganhei) então, eu saquei na hora que haveria um ponto que te levasse a acreditar que tudo aquilo tinha um motivo, mas que no fim, havia um porém, que mudava toda a ideia que você tinha da história. eu não percebi, talvez por preguiça, mas eu já sabia que uma reviravolta estranha ia aparecer e me decepcionei...
tudo que eu posso diser desse livro é que eu dei uma chance a ele, e ele não correspondeu como eu pensei, prova disso foi que eu fiquei aliviado quando terminei as ultimas linhas.