quinta-feira, 22 de maio de 2014

Superman: Paz na Terra e Batman: Guerra ao crime

     Dentro da vasta lista de personagens que a aditora DC Comics guarda, dois dos heróis são os pilares principais do conceito de herói da editora, Superman e Batman, des de sempre ambos tiveram divergências de atitudes, personalidades e formas de agir. Superman, cresceu numa fazenda no Kansas, e embora tenha um passado trágico, pela extinção de sua raça inteira, inclusive seus pais, quando seu planeta natal explodiu, Clark,ou Kal-El nunca havia presenciado a violência e as perdas trágicas que afetam de verdade nosso caráter. Clark cresceu achando que havia bondade nas pessoas, e que embora houvessem pessoas ruins no mundo, a esperança de que um único ato feito por um daria o exemplo para a mudança em outros.
     Já Bruce Wayne, não teve a mesma sorte. Já na infância conheceu a dura realidade da impotência sobre a violência, a dor e o sofrimento, ao saber que nem todo o dinheiro do mundo pode te proteger de fatalidades. seus pais foram mortos na sua frente, Bruce ainda criança perdia seus pilares. Como Batman, ele adota um pensamento diferente, achando que a justiça dele deve ser trazida através das sombras, de forma escondida, mas presente, ele quer que os bandidos tenham medo de sua figura fantasmagórica projetada nos becos, da mesma forma que inocentes já sentiram, nas mãos de assassinos, traficantes e estupradores.
   


 Em Superman: paz na terra, Clark se pergunta o que poderia fazer, depois de se deparar com uma moradora de rua, o que ele poderia fazer para acabar com a fome no mundo, como Superman ele pede o auxilio dos governos mundiais que relutantes e descrentes, oferecem seus excedentes de produção para serem doados mundo a fora. no caminho o herói vai se encontrando com diferentes tipos de sociedades, aquelas que o acolhem com louvor, e aquelas que o despejam longe, pois sua ajuda é uma ofensa hipócrita. se depara com governos oportunistas das quais nem mesmo ele poderia dar um jeito, simplesmente na porrada. ao fim de tudo, ele descobre que sozinho não poderia alimentar a todos todos os dias, e que a fome do mundo vai mais do que só de alimento, de que se deve pescar, e não só receber o peixe, de que a mudança deve acontecer primeiro em cada um.
    Em Batman: guerra ao crime, o herói chega em uma loja recém assaltada, encontrando como único sobrevivente, um garoto. Tão perdido como ele mesmo estava quando perdera seus pais. Como Bruce Wayne ele conhece o mundo dos negócios e da manipulação por lucro, ele vê homens que investem seu dinheiro em hotéis, e simplesmente viram as costas para os problemas que as pessoas estão tendo, em meio as festas luxuosas, ele se disfarça, escuta a podridão de uma sociedade que é tão criminosa quanto os ladrões maltrapilhos dos becos. Bruce é o disfarce, quem ele é de verdade, é de quem os bandidos correm, o morcego. como Batman ele entende que a sociedade corrupta precisa de agentes que a limpem, que tragam a justiça que nem sempre os policiais asem, e que por vezes se calam, ao ter as mãos "molhadas". Batman acredita que sua luta valerá a pena, se ao menos um pobre garotinho puder ter seu futuro transformado, de um caminho escuro, para a vida correta.

     Os heróis tem formas de pensar diferentes, maneiras de agir.Um prefere o exemplo claro como o dia, o outro prefere inspirar pelas ações ao anoitecer.
     Ambas as Hqs terminam com conclusões parecidas. Nada poderá ser feito por uma só pessoa, por mais recursos que ela tenha, ou por maiores que sejam seus poderes, um só não vai mudar o mundo em um dia. mas eles podem ser o exemplo. eles podem ser a faísca da mudança, o fogo que inspira para que outros depois deles, pensem diferente, que hajam e que mudem o mundo, para que o amanhã seja realmente brilhante.
Excelente leitura, para quem é fã, e para aqueles que querem uma boa reflexão sobre a natureza humana, mesmo que vinda de super-humanos.



*A Hq foi escrita por Paul Dini, responsável dentre outras coisas, por roteiros das animações do Batman e do Superman, aquelas com o design quadradinho, precedente do desenho da Liga da Justiça.
Os desenhos foram feitos por Alex Ross, sem adjetivos o bastante para descrever sua arte!
   

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Daytripper

 
   Em Daytripper a questão da vida é abordada como é abordada em tantas grandes obras literárias, mas aqui ela carrega dois pontos especiais: o primeiro, traz um sentimento caseiro, brasileiro, uma forma única de se contar uma história para todos nós, feita por quem é daqui; e dois, por ser uma história em quadrinhos, e transmitir o silencio e as emoções, que só o desenho tem a capacidade de fazer.
a arte é completamente adequada, cada traço, cada linha não reta, a história chega aos seus grandes momentos, em trechos de silencio, onde não há diálogos, é aquele momento em que tudo para, vem o silencio do desenho, e você pensa e sente.
 
   Brás de Oliva Domingos é um "milagrinho", como sua mãe
 dizia, por nascer numa noite de blecaute, e logo em seguida trazer a luz de volta a cidade. ele brilharia, dizia a mãe. O Brás adulto tenta se tornar seu próprio milagre, em meio a obituários que ele escreve, tenta definir a vida mais do que uma lista de desconhecidos, ele quer mais, quer seguir os passos do pai, um escritor de sucesso, e dar para si mesmo o sentimento de que está no lugar certo, de que viveu como se deveria ter vivido. mas enquanto ele não descobre isso, a HQ nos mostra como a morte poderia ter o visitado, em cada maneira diferente, em cada lugar... seja correndo em busca de seu amor a primeira vista; seja valorizando a amizade; seja envelhecendo, como tantos outros por aí.
Esse aspecto da narrativa é o mais interessante de tudo em Daytripper, o fato de que
qualquer um desses destinos seria plausível, seria conclusivo e seria belo. é fácil escrever sobre a morte, Brás diz, mas muito mais difícil escrever sobre como é a
vida. ainda assim as duas andam de mãos dadas o tempo todo e uma não existe sem a outra.
   Fábio Moon e Gabriel Bá, são meus autores preferidos em se tratando de histórias humanas, e lembram bem a sensibilidade que Will Eisner ( nome que gerou o maior premio dos quadrinhos, dos quais os brasileiros ganharam varias vezes) tanto presava em suas páginas.
Para a alegria de Brás ele se encontra, encontra sua alma de escritor, se encontra. e ele, ao fim dos seus dias, também deseja que você consiga também. 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

S.r Ardiloso Cortês

 
Conheci esse livro por acaso, escondidinho numa partilheira na seção de usados em uma livraria no centro. como estava com pouco dinheiro, e havia gostado da capa, e da ideia básica da história eu levei.
   A pare mais legal de senhor ardiloso Cortês é o próprio Ardiloso Cortês: ele é um detetive mago, que é um esqueleto vivo. exatamente. não faz o menor sentido, e tamanha loucura só deixa as coisas mais interessantes.
   Na história, o mundo é mágico, ou seja, a magia existe, em meio a todos, mas de forma escondida; este mundo era governado por seres divinos considerados deuses, os Sem Rosto, cansados da tirania, seus sacerdotes resolveram bani-los com uma arma que construíram. essa arma foi chamada de cetro e os sacerdotes de os antigos. mas agora o que era considerado historinhas está sendo bastante considerado por um certo mago do mal, que quer usar o cetro para seus atos malignos.
   Tá... a história não teve nada de surpreendente, mas Stephanie, uma garota de 12 anos acaba entrando neste mundo depois que seu tio, que era um escritor morre, mas ela acha que não foi uma morte natural e sim um assassinato, na partilha dos bens durante o estamento, ela conhece um homem muito estranho, magro, de cachecol e ternos, e um cabelo e óculos, mesmo em dia de sol. era ardiloso, que era um velho amigo do tio de Stephanie e que também desconfia de que as coisas são mais tenebrosas do que parecem..
   O livro é bem legal, embora, como eu tenha dito, não é uma história espetacular, o humor nela empregado é o que dá o verdadeiro tom da história. ardiloso é carismático, sagaz, alem de ser estiloso, afinal, um esqueleto que solta chamas pelas mãos e usa um chapéu, é bem estiloso.
   Se você não entendeu o porque dele ter um nome assim estranho, é oura parte interessante da história.
no mundo onde o livro se passa, os magos podem controlar as pessoas e atingirem-na sabendo os seus nomes, entretanto há três nomes que uma pessoa tem: O seu verdadeiro nome, que é desconhecido, e ninguém além da própria pessoa pode descobrir; o nome que lhe foi dado ao nascer, ou seja, o que está em seus documentos, e o nome que você escolhe, que é a defesa que os magos criam para evitar serem atingidos por magias do tipo, para se protegerem, e, porque não, para terem uma alcunha mais que descolada  ;-) nomes como Porcelana Tristesa, Serpênteo, Medonho e Senhor Êxtase são só alguns deles...
   Descobri que o livro tem continuações, mais 4 volumes. quem sabe eu não os compre num futuro, e saber a que fim levarão as aventuras da garota Stephanie e do sagaz ardiloso cortês

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Foo Figthers - Live At Wembley Stadium

   

Eu sei que parece um pouco estranho resenhar um show de rock kk, mas como os posts da categoria de música andam meio parados, resolvi escrever isso mesmo assim, fora que esse show é foda pra casacoooo!!
   Pra quem não sabe o Wembley Stadium é um estádio ( ah vá!) e o Foo Fighters se apresentou lá em 2008 pra quase 80.000 pessoas! Vish, publico grande e com rasão, porque essa banda é boa demais, e eu falo isso porque sou fã deles, se deu pra perceber. e eu confeço que não sabia que a banda tinha tanta capacidade e tanta versatilidade em palco, mesmo tendo todos os álbuns deles. durante o show várias musicas são intercaladas, algumas do album lançado até a data ( Echoes, Silence, Patience And Grace) com uma abertura sensacional de "The Pretender" ; do álbum anterior a este, o variado " In Your Honor", e algumas das musicas mais marcantes da banda nos últimos álbuns, desde "The ColourAnd The Shape"; "Theres Nothin Left To Lose"; e músicas inclusive dos tempos do Nirvana, como a mais que especial ( porque pra mim é tipo a minha preferida do Nirvana, junto de About a Girl acústica) Marigold.
   Mas o melhor de tudo no show são os momentos de enrolação entre as músicas kkk quando eles prorrogam e interrompem as músicas para solos de guitarras e baterias, e modificações no arranjo da música, sensacional também a participação dos lendários baixista e guitarrista do Led Zeppelin, John Paul Jones e Jimy Page, respectivamente. isso só prova o quanto Dave Groh é apreciado no mundo do rock, criando parcerias com quase todas as grandes bandas das últimas décadas, Dave não para nunca! 
resumindo esse show é lendário, e fico contente de ter incluido ele na minha coleção, altamente recomendado.

Ps: acho que não deve ser dificil achar ele nas americanas, ou em sites como o Submarino
Ps2: muito legal a equipe adicional da banda, a violinista (linda e talentosa u.u) alem de pianistas, e o faz tudo kk que não lembro o nome mas que dá um solo de triângulo, triângulo, e o povo fica louco kk. muito divertido.


segunda-feira, 31 de março de 2014

Cidades de Papel - John Green

Qual a pessoa que você vê quando olha? Você a enxerga como ela é de verdade?
Esse é, por assim dizer, o tema principal de cidades de papel, livro de John Green, o badalado autor do badalado a culpa é das estrelas ( que por acaso ainda não tive a oportunidade de ler).
Quentin Jacobsen tinha uma certa amizade com Margo Roth Spiegelman, costumavam brincar juntos e explorar por ai, até certo dia, quando eles encontraram um homem caído, morto.      Depois daquilo as coisas meio que haviam mudado, e cada um foi para o seu lado, na adolescência quentinha ainda estuda na mesma escola que margo. Mas agora a garota, descolada e popular, típica líder de grupinhos e festas a fins não mais participa da vida de Quentin, que a vê agora como um objeto de admiração, impalpável e inatingível. A rainha da escola, Margo. Ainda assim ele desejaria que eles voltassem a se reconhecer um ao outro e quem sabe os dois não pudessem ficar juntos.
Numa noite estranha, margo aparece na janela dele e o chama para dirigir o carro numa serie de atividades estranhas, como arrancar a sobrancelha de um garoto, ou jogar um peixe dentro do carro de uma ex-amiga, e visitar o Sea World no meio da noite. Margo era assim, imprevisível e aos olhos do personagem, adoravelmente excêntrica. Quando Quentin achava que as coisas entre eles mudariam depois daquela note, margo some, não vai mais a escola, simplesmente saiu de casa sem dar explicação alguma; até para os pais dela aquilo era normal pois a garota costumava fugir e voltar em alguns dias, mas Quentin achava que dessa vez era diferente e que talvez ela não pudesse mais voltar. Mas ao que parecia, a garota havia deixado pistas misteriosas, que levariam aonde ela está, e somente Q poderia acha-la. Junto de seus dois amigos radar e bem eles investigam e visitam lugares por onde a garota poderia ter passado, numa busca para encontrar sua paixão.
 O livro não pareceu me empolgar tanto, o que foi um pouco estranho no começo, mas depois que eu peguei o jeito, a historia foi ficando mais interessante. O protagonista nem me instigo tanto assim, pois parecia um garoto comum demais, margo por outro lado me entediou pelo fato de ser excêntrica demais, típica garota que quer chamar a atenção, por isso eu me interessei bem mais pelos personagens secundários e sua relação com Q, como seus dois amigos Radar (que vive reclamando que seus pais tem e ostentam uma enorme coleção de Papais Noéis negros, kkk) Bem, mais engraçado ainda me tirou algumas belas gargalhadas, principalmente nos perrengues finais do livro, quando ele, Quentin, radar e Lacey ( amiga de Margo, que começa a ficar com Bem) se juntam em uma jornada final numa van... Esses capítulos finais e engraçados que fizeram o livro valer, a viagem em si, como dizem é bem melhor do que a chegada. No final de tudo, coisas são esclarecidas, algumas meio previsíveis para mim, mas mostradas em alguns aspectos não esperados, o que torna os motivos da garota mais profundos e bem menos vagos do que a principio eu achava. Margo se sentia mal onde vivia, No fim de tudo, quando agente fecha o livro e fica com amente em silencio, se percebe o que John Green queria dizer com tudo aquilo. As coisas que vemos, o modo como podemos enxergar uma pessoa pode não ser o modo como a pessoa se enxerga, ou de fato como ela é. Vemos versões de pessoas, da forma como nos agrada, reflexos errados, como dito no livro, depois que um barco se quebra é que é possível ver a luz que o atravessa, e  entender como ele realmente é de fato.
Embora tenha tido seus altos e baixos, eu gostei do livro, foi o primeiro do autor que eu li, e espero que os outros sejam igualmente bons e até melhores, pois Cidades de papel embora tenha sido lançado no Brasil depois de a culpa é das estrelas, foi escrito antes, e baseado no que venho lendo por ai, blogs a fora, a escrita do autor evoluiu a cada titulo. Surpresas melhores estão por vir para mim J


sábado, 22 de março de 2014

Juno


   O legal dos filmes considerados independentes é que eles sempre tem uma história que apesar de ser simples e humana, cativa o publico, e marca muitas vezes mais em nossos corações do que filmes de alto padrão de investimento, mas nebuloso.


   Juno é um desses filmes independentes, que no ano de 2007 surpreendeu muitos pelos seus prêmios e indicações, mas completamente merecido.






 história, Juno, a adolescente maluquinha descobre-se grávida após uma transa com seu colega de colégio/parceiro de banda, o magricela Paullie Blekker, ela conta a seus pais, ao garoto e a sua melhor amiga, mas toma a decisão de não ter o bebê, não abortá-lo, mas entrega-lo para adoção por um casal que ela encontrou nos classificados de um jornal) estavam tentando a cinco anos ter um filho sem sucesso, tendo agora em Juno a esperança de realizar seus sonhos, (mais precisamente, o sonho desesperado da futura mãe adotiva). A partir de então o filme é uma série de sacadas bem feitas, piadas engraçadas, principalmente da adolescente, que é esperta e bem sarcástica, mas não só de risadas se é feito o filme, existem momentos que são de chorar, sinceramente, e eu chorei mesmo kk, outros pontos positivos são os atores. Cada personagem serve de base para a história, nenhum é descartável ou serve de peso morto, pois cada um tem um carisma próprio que sustenta o elenco de coadjuvantes, e eu diria que bons coadjuvantes são tão importantes, ou mais, que o próprio protagonista.



   Nunca é fácil ser mãe, passar por coisas que nós homens não entendemos, ter a barriga crescendo e crescendo, cólicas, dores e enjoos, imagina, como é para uma garota do ensino médio, que não saca quase nada a não ser o rock da década de setenta? Mas Juno passa por isso sem grandes dramas, alguns aqui e outros ali, mas o fato é que ela embora, como ela diz “estou resolvendo problemas muito além da minha maturidade”, acaba resolvendo as coisas da melhor maneira possível a ela. É um filme muito bem mesmo.
   Outro aspecto legalzissimo ( eu sei que essa palavra não existe, dane-se) é a trilha sonora, cheia de musica Folk ( acho que é Folk, pelos vocais básicos e a gaita) musicas simples, mas que não sai da nossa cabecinha pela simpatia, aproveitem a sena dos créditos de abertura, onde uma musica muito legal divide espaço com uma espécie de animação, feita de fotografias continuas da garota caminhando e das ruas redesenhadas ( voltei e voltei várias vezes nessa parte de tão legal que é.) 




Para quem não sabe, o filme tem a mesma equipe de as vantagens de ser Invisível, de 2012, outro filme incrível, na minha humilde, mas absoluta opinião, hehe...

segunda-feira, 3 de março de 2014

Edward mãos de Tesoura

 

   Eu acho que não se fazem mais filmes como antigamente. não que eu seja muito mais velho do que todos vocês, mas acho que talvez havia mais magia e delicadeza nas produções do que hoje em dia. acho que na década de noventa a crise de falta de criatividade não era tão grande como hoje em dia.
Edward mãos de Tesoura é muito lindo. é uma história doce, quase como um conto de natal ou algo relacionado, tamanho a simpatia da história.
   Edward não é um ser humano de verdade, fora criado, por um velho inventor que morava em uma mansão no topo de uma colina. seu criador acaba morrendo repentinamente antes que ele pudesse completar a sua criação, lhe dando mãos, Edward ficara inacabado, como ele mesmo dissera, com mãos de tesoura afiadas e uma solidão tão pontiaguda quanto. mas as coisas tomam um rumo diferente depois que uma vendedora de cosméticos o encontra e o leva para sua casa, ele passa a conviver com a família dela, os vizinhos curiosos e passa a ser famoso e reconhecido pelo dom que aprendera a ter. e se apaixona.
   A trilha sonora é completamente compatível com as senas mais significativas. ( minha preferida é a que ele vai a um programa de entrevistas, e é perguntado se há uma garota em seu coração. ele simplesmente olha para a câmera, e a garota, que vê TV olha também, e é como se ambos olhassem um para o outro por alguns instantes, a música mais a sena derrete qualquer coração mais molenga rs).
no final, acho que a lição que se tem é que nem sempre somos perfeitos, mas que nos completamos quando encontramos algo de bom em nossas vidas, que fazem valer a pena a solidão até então tida.

Curiosidade: Esse foi o primeiro filme de parceria que duraria tanto: o diretor Tim Burton e  Johnny Depp.