quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
O Hobbit: Talvez um pouco demais
O Senhor dos Anéis, a trilogia, foi um grande feito nos cinemas, ganhou vários Oscars ao longo dos três filmes, dominando quase todas as categorias nos três anos seguidos. Foi uma obra prima do gênero fantasia, fazendo jus aos livros, nem parece que se passou doze anos.
A trilogia surpreendeu, por que na época era um certo feito considerável, um filme tão fantástico, com tantos efeitos visuais e especias ( tem diferença) já era complicado para um filme de aventura conseguir prêmios além do de efeitos, já que o Oscar costuma ser sempre uma cerimônia esnobe, onde os filmes que agradam os críticos é que vencem.
mas o tempo passou e os grandes efeitos não são mais novidade pra ninguém, e talvez o tempo de uma obra como essa ganhar tantos prêmios assim, talvez não aconteça mais.
O Hobbit demorou bastante para ser concretizado. houve mudanças na ordem das produções e sobre quem deveria dirigir o filme, Guilhermo Deltoro seria o diretor, mas sei lá por que no final, tudo voltou as mãos de Peter Jackson, que já provou ser suficientemente bom para valorizar a saga.
Eu vou ser sincero e dizer que eu não gosto muito dos livros de Tolkien, para mim ele tem uma narrativa muito arrastada e lenta, fazendo com que os grandes acontecimentos da história se percam em meio a tantas descrições, sobre como estava agota d´agua que acabou de cair da folha lá do canto ( é sério), quando eu Vi os filmes do senhor dos anéis que eu fui realmente entender onde cada sena se encaixava. No meio desse tédio todo eu acabei desistindo de ler O Hobbit, quando estava em cerca de um terço e meio do livro, portanto não posso falar sobre ele por aqui já que o texto é sobre a primeira parte da trilogia do filme. Sim, trilogia.
Essa foi uma das coisas que me incomodou logo de cara, O Hobbit é menor que qualquer um dos três livros da saga do anel, por que, oh, Deus, eles vão esticar um livro de umas duzentas e sei lá quantas páginas em três filmes? Bom, o argumento era que Tolkien deixava muitos apêndices ( extras, com linhas cronológicas de acontecimentos anteriores, e fatos históricos da história, principalmente postos na saga posterior do anel.) tá, dane-se, que seja.
Bilbo Bolseiro é um hobbit, um ser de uma raça de seres pequeninos, que são pacatos e sem graça em um mundo cheio de coisas fantásticas; ele mora em sua confortável toca e vive feliz, sem preocupações, até que o mago Gandalf o visita convocando-o para uma aventura, pedido recusado, mas não impediu de uma orda de anões adentrasse sua casa e fizessem a maior bagunça.
a missão do qual se trata é adentrar uma montanha e conseguir ouro e outras coisas, para quem sabe reestabelecer o antigo poderio dos anões que perderam seu lar tempos atrás. com cada um no grupo tendo uma função prática, Bilbo seria o ladrão, ou seja, quem entraria sem ser percebido e traria toda a "grana", e passar sem ser percebido é um dos talentos de qualquer hobbit. mas é óbvio que em qualquer história, as coisa não são bonitinhas e um terrível (nossa que medo) dragão chamado Smaug guarda esses tesouros como brinquedos.
O que posso dizer do filme é que ele é bom, faz agente lembrar do Senhor dos Anéis e vimos personagens saudosos como Frodo e Gollum, principalmente na parte em que ele aparece, e acreditem ou não as mulheres da sala achavam ele bonitinho, eu heim. em fim, para quem não sabe O Hobbit se trata cronologicamente antes de O Senhor dos Anéis, e se trata de uma obra mais aventuresca e não tão sombria e adulta quanto a de Frodo, mas se você gosta da terra média, vai lá ver, e para de me encher o saco. (kkk)
A trilogia surpreendeu, por que na época era um certo feito considerável, um filme tão fantástico, com tantos efeitos visuais e especias ( tem diferença) já era complicado para um filme de aventura conseguir prêmios além do de efeitos, já que o Oscar costuma ser sempre uma cerimônia esnobe, onde os filmes que agradam os críticos é que vencem.
mas o tempo passou e os grandes efeitos não são mais novidade pra ninguém, e talvez o tempo de uma obra como essa ganhar tantos prêmios assim, talvez não aconteça mais.
O Hobbit demorou bastante para ser concretizado. houve mudanças na ordem das produções e sobre quem deveria dirigir o filme, Guilhermo Deltoro seria o diretor, mas sei lá por que no final, tudo voltou as mãos de Peter Jackson, que já provou ser suficientemente bom para valorizar a saga.
Eu vou ser sincero e dizer que eu não gosto muito dos livros de Tolkien, para mim ele tem uma narrativa muito arrastada e lenta, fazendo com que os grandes acontecimentos da história se percam em meio a tantas descrições, sobre como estava agota d´agua que acabou de cair da folha lá do canto ( é sério), quando eu Vi os filmes do senhor dos anéis que eu fui realmente entender onde cada sena se encaixava. No meio desse tédio todo eu acabei desistindo de ler O Hobbit, quando estava em cerca de um terço e meio do livro, portanto não posso falar sobre ele por aqui já que o texto é sobre a primeira parte da trilogia do filme. Sim, trilogia.
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| uma das várias versões de capas do livro |
Bilbo Bolseiro é um hobbit, um ser de uma raça de seres pequeninos, que são pacatos e sem graça em um mundo cheio de coisas fantásticas; ele mora em sua confortável toca e vive feliz, sem preocupações, até que o mago Gandalf o visita convocando-o para uma aventura, pedido recusado, mas não impediu de uma orda de anões adentrasse sua casa e fizessem a maior bagunça.
a missão do qual se trata é adentrar uma montanha e conseguir ouro e outras coisas, para quem sabe reestabelecer o antigo poderio dos anões que perderam seu lar tempos atrás. com cada um no grupo tendo uma função prática, Bilbo seria o ladrão, ou seja, quem entraria sem ser percebido e traria toda a "grana", e passar sem ser percebido é um dos talentos de qualquer hobbit. mas é óbvio que em qualquer história, as coisa não são bonitinhas e um terrível (nossa que medo) dragão chamado Smaug guarda esses tesouros como brinquedos.
O que posso dizer do filme é que ele é bom, faz agente lembrar do Senhor dos Anéis e vimos personagens saudosos como Frodo e Gollum, principalmente na parte em que ele aparece, e acreditem ou não as mulheres da sala achavam ele bonitinho, eu heim. em fim, para quem não sabe O Hobbit se trata cronologicamente antes de O Senhor dos Anéis, e se trata de uma obra mais aventuresca e não tão sombria e adulta quanto a de Frodo, mas se você gosta da terra média, vai lá ver, e para de me encher o saco. (kkk)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Pensamentos em forma de letras
Vê-la chorar me traz a maior tristeza que
alguém poderia ter.
A tristeza passiva. De alguém que não pode
fazer nada.
Eu me corroio por dentro, enquanto vejo as
lágrimas saírem de seus olhos.
É como um ácido que me condena.
Por não ter ficado ao seu lado.
Por ter desistido de você enquanto permitia
que você fizesse a maior besteira do mundo estando ao lado dele.
Agora ele te deixa de lado e vejo você
chorando sozinha.
E tudo que eu quero é te abraçar e dizer que
eu sou a única pessoa que se amarraria a
você para sempre.
Que eu nunca permitiria que seus olhos se fechassem
de dor.
Mas, sim, se fechassem por ter encontrado no
meu peito o conforto.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Ouve isso: Pearl Jam - Ten
Na década de noventa o movimento grunge estourou. não que fosse algo que os próprios artistas da época se orgulhassem, uma dessas bandas se destacou e sobrevive até hoje.
Pearl Jam surgiu de remanescentes da antiga banda undergroud Mother love Bone, que com a morte de seu vocalista terminou.os integrantes que decidiram continuar precisavam de um vocalista, e ao conjunto veio Eddie Vedder, com uma voz inconfundível.
Ten é o primeiro álbum da banda, o que recomendo fortemente que ouçam, com excelentes músicas como "Jeremy", "Black" e "Alive" carros chefes, que só ressaltam o talento de Eddie para compor e transmitir seu sentimento em poesia.
Os primeiro álbum de uma banda é um forte indicador da musicalidade a que ela pode propor, e Pearl Jam começou belamente. futuramente falarei mais sobre essa banda em um post completo.
Cultive a pérola.
Pearl Jam surgiu de remanescentes da antiga banda undergroud Mother love Bone, que com a morte de seu vocalista terminou.os integrantes que decidiram continuar precisavam de um vocalista, e ao conjunto veio Eddie Vedder, com uma voz inconfundível.
Ten é o primeiro álbum da banda, o que recomendo fortemente que ouçam, com excelentes músicas como "Jeremy", "Black" e "Alive" carros chefes, que só ressaltam o talento de Eddie para compor e transmitir seu sentimento em poesia.
Os primeiro álbum de uma banda é um forte indicador da musicalidade a que ela pode propor, e Pearl Jam começou belamente. futuramente falarei mais sobre essa banda em um post completo.
Cultive a pérola.
Pensamentos em forma de letras
Me passe o pão.
Agora me passe a manteiga.
Não quero saber de nada, apenas da manteiga, só me interessa a manteiga, é tão difícil de entender?
Não quero ouvir o que você tem a dizer sobre a notícia que está na tv. Tv irritante. Tv idiota. Odeio ela e também odeio aquele menino que morreu, porque você teve que morrer? Logo no meu café da manhã?
Derrepente essa notícia me amargou. A manteiga esta azeda e o pão não tem sabor.
Me imagino sentado na minha escrivaninha e imagino o dia idiota que vou ter.
Manteiga idiota.
Pão idiota.
Trabalho idiota.
Pobre garotinho...
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Pensamentos em forma de letras
Eu não sou um poeta. embora deseje ser um escritor no futuro, eu gosto de narrativas e não de poesias, mas não considero o que postarei aqui como poesia, apenas coisas que me veem a cabeça.
quando estou numdia ruim, onde não consigo escrever meu livro, não gosto de disperdiçar a noite sem nada produzido, então criei um arquivo no word com coisas que me veem a mente histórias que eu crio, ou coisas que eu vivo, ou outros viveram, coisas me eu sinto, em fim...
"As vezes para se conceguir um pouco de felicidade, voc~e precisa gritar toda a sua tristeza em forma de arte."
quando estou numdia ruim, onde não consigo escrever meu livro, não gosto de disperdiçar a noite sem nada produzido, então criei um arquivo no word com coisas que me veem a mente histórias que eu crio, ou coisas que eu vivo, ou outros viveram, coisas me eu sinto, em fim...
"As vezes para se conceguir um pouco de felicidade, voc~e precisa gritar toda a sua tristeza em forma de arte."
Você só precisa olhar para o lado, vire esses
seus olhos azuis em minha direção, vire-os
Para que eu possa saber que meu dia não será
em vão.
Para que meu trabalho chato não se tornará
insuportável
Para que eu não pense que mais uma vez
fracassei.
Para que meu orgulho não se quebre.
Para que eu me inspire a falar com você.
E para que você me ame no futuro, tanto quanto
eu te amo neste instante.
domingo, 20 de janeiro de 2013
Ilustração: Willy Wonka
Aê gente mais ou menos (kk) no post passado eu coloquei um desenho que eu fiz do Edward mãos de Tesoura, daí tive a ideia de fazer uma série desses desenhos com os outros personagens que o Johnny depp fez com o diretor Tim Burton, ao menos os mais viáveis de se fazer. incentivado pelo apoio do meu amigo também bloggeiro, Diego Lacerda (http://dilacerda.blogspot.com.br).
o personagem de hoje é Willy Wonka, o esquisito da vez de Johnny em 2006, segunda versão do filme baseado no livro "Charlie and the Chocolat Factory" se eu não me engano, para os brasileiros "A fantástica fábrica de Chocolate".
Eu usei os mesmos métodos de trabalho do post anterior, com excessão do uso da canetinha, porque não tinha a cor vermelha, então contornei levemente com a roxa.
1. esboço em miniatura da ideia de como o negocio vai ser.
2. Esboço em tamanho maior, na folha A4, com certas modificações.
3. Primeira camada de lápis vermelho, não é o vermelho clássico, um mais escuro
4. Segunda camada de vermelho.
5. Adicione o lápis branco nas partes vermelhas até cobrir razoavelmente as falhas. depois pego o pincel molhado em água (nem tanto) vou passando nas cores a lápis. quanto mais úmido o pincel estiver ele dará uma cor mais escura no desenho, mas não por muito tempo. depois que a pintura em aquarela a lápis seca, ela fica uniforme com o resto.
6. Tcharam! talvez não tenha ficado tão bom quanto o anterior, mas esse eu fiz com certa pressa.
o personagem de hoje é Willy Wonka, o esquisito da vez de Johnny em 2006, segunda versão do filme baseado no livro "Charlie and the Chocolat Factory" se eu não me engano, para os brasileiros "A fantástica fábrica de Chocolate".
Eu usei os mesmos métodos de trabalho do post anterior, com excessão do uso da canetinha, porque não tinha a cor vermelha, então contornei levemente com a roxa.
1. esboço em miniatura da ideia de como o negocio vai ser.
2. Esboço em tamanho maior, na folha A4, com certas modificações.
3. Primeira camada de lápis vermelho, não é o vermelho clássico, um mais escuro
4. Segunda camada de vermelho.
5. Adicione o lápis branco nas partes vermelhas até cobrir razoavelmente as falhas. depois pego o pincel molhado em água (nem tanto) vou passando nas cores a lápis. quanto mais úmido o pincel estiver ele dará uma cor mais escura no desenho, mas não por muito tempo. depois que a pintura em aquarela a lápis seca, ela fica uniforme com o resto.
6. Tcharam! talvez não tenha ficado tão bom quanto o anterior, mas esse eu fiz com certa pressa.
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